Aline é minha amiga,
Linda e divertida,
Irmã não de sangue,
No olimpo a
Emy do meu coração.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Hemanuely Luany
Eu já era amiga da Manu, mas com esse trabalho descobri mais coisas sobre ela, como por exemplo a história do nome. A mãe queria combinar o nome da filha com o do pai ; se fosse menino, se chamaria Emanuel, mas como veio menina ficou Hemanuely.
Ela nasceu e cresceu em Joinville, e até agora só estudou na escola zulma. Sua cor preferida é preta e, assim como eu, ela adora comer pissa e gosta muito de futebol também, apesar de não saber jogar muito.
A Hemanuely odeia falsidade e admira muito amigos verdadeiros. Pessoas que valem ouro para ela são sua família e os amigos. O perdão da Hemanuely depende do que a pessoa fez, se for uma briguinha entre amigos o perdão vem fácil, mas se a coisa por seria, o perdão vem difícil.
Ela acredita ser feliz apesar de todos os defeitos e quer realizar todos os seus sonhos. Um deles é ir para Miami. Mas tem também os sonhos de estudar muito e passar de ano.
Falando em querer coisas e sonhar, a " Manu " sempre quis ter o poder de voar e ler mentes, mas enquanto ela ainda consegue fazer isso, fica assistindo televisão, ou vai visitar as amigas; esses são os lazeres preferidos dela.
Quando ela tinha cinco anos, quebrou o pé em um raio de bicicleta. A história é até engraçada; a família e ela estavam em outra cidade e ela começou a andar de bicicleta e prendeu um pé nos raios ; a mãe não achava que tinha quebrado, e até chegarem aqui em Joinville, Manu passou muita dor, porque a cidade era longe.
Como a Hemanuely não lê muito, não tem um autor preferido, mas filme sim. É " Sempre ao seu lado " o nome. Ela gosta desse filme e adora passar o tempo assistindo desenhos.
Ela parece ter um zoológico em casa, tem muitos bichos de estimação, há um cachorro, quatro pássaros, uma tartaruga, um coelho e um peixe.
A frase que marca sua vida é : " Ás vezes o amor dura, outras só nos fere ".
Ela nasceu e cresceu em Joinville, e até agora só estudou na escola zulma. Sua cor preferida é preta e, assim como eu, ela adora comer pissa e gosta muito de futebol também, apesar de não saber jogar muito.
A Hemanuely odeia falsidade e admira muito amigos verdadeiros. Pessoas que valem ouro para ela são sua família e os amigos. O perdão da Hemanuely depende do que a pessoa fez, se for uma briguinha entre amigos o perdão vem fácil, mas se a coisa por seria, o perdão vem difícil.
Ela acredita ser feliz apesar de todos os defeitos e quer realizar todos os seus sonhos. Um deles é ir para Miami. Mas tem também os sonhos de estudar muito e passar de ano.
Falando em querer coisas e sonhar, a " Manu " sempre quis ter o poder de voar e ler mentes, mas enquanto ela ainda consegue fazer isso, fica assistindo televisão, ou vai visitar as amigas; esses são os lazeres preferidos dela.
Quando ela tinha cinco anos, quebrou o pé em um raio de bicicleta. A história é até engraçada; a família e ela estavam em outra cidade e ela começou a andar de bicicleta e prendeu um pé nos raios ; a mãe não achava que tinha quebrado, e até chegarem aqui em Joinville, Manu passou muita dor, porque a cidade era longe.
Como a Hemanuely não lê muito, não tem um autor preferido, mas filme sim. É " Sempre ao seu lado " o nome. Ela gosta desse filme e adora passar o tempo assistindo desenhos.
Ela parece ter um zoológico em casa, tem muitos bichos de estimação, há um cachorro, quatro pássaros, uma tartaruga, um coelho e um peixe.
A frase que marca sua vida é : " Ás vezes o amor dura, outras só nos fere ".
segunda-feira, 2 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E do sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E do sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Personificação ou prosopopeia
É uma figura de linguagem que consiste em atribuir a seres humanos.
Exemplo: As pedras podem passar a vida inteira pensando se rolam ou não!
Exemplo: As pedras podem passar a vida inteira pensando se rolam ou não!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
DEPOIS EU FAÇO
A palavra vem do latim procrastinare, que é a união do prefixo pro (encaminhar) e castinus (amanhã). Ou seja: enrolar. O Oxford Dictionary registra que ela teria sido publicada em inglês pela primeira vez por volta de 1548. O Brasil mal havia nascido e o termo já estava disseminado pelo mundo. Imagine a prática. Em Roma, Cícero já criticava Marco Antonio por gastar tempo em festas e deixar seu trabalho de imperador em segundo plano. Dizia: "In rebus gerendis tarditas et procrastinatio odiosa est". Algo como: "Na conduta de quase todo relacionamento, lerdeza e procrastinação são coisas odiosas".
Mas a procrastinação nunca foi tão presente na vida das pessoas quanto depois da invenção do computador - essa máquina de trabalho e estudo que também funciona como janela para o mundo e sala de bate-papo com os amigos. Os computadores de boa parte das empresas são controlados por proxys e firewalls, aplicativos que bloqueiam o acesso a determinados sites e ferramentas online. Em alguns ambientes de trabalho, até mesmo e-mails pessoais são proibidos, e há sistema de controle de acesso pelos quais os funcionários do departamento de tecnologia podem saber exatamente como e quando você usa a internet. Isso se eles não estiverem ocupados respondendo mensagens no orkut ou MSN, é claro.
Procrastinação é bem diferente de preguiça. Enquanto preguiça é evitar trabalho, a primeira é ter muita coisa para fazer e deixá-la para a última hora. "A procrastinação está relacionada a uma discrepância entre intenção de trabalhar e a ação real de trabalho", afirma Piers Steel, psicólogo da Universidade de Calgary, no Canadá, e autor de estudos sobre o assunto. "Procrastinadores têm uma intenção maior de trabalhar, mas só no começo do processo." Imagine uma linha com dois extremos de produtividade. De um lado, Macunaíma, o acomodado personagem de Mário de Andrade, e de outro o hiperativo Leonardo da Vinci. Seria bem mais fácil encontrar procrastinadores no lado renascentista. Aliás, ele próprio tinha um considerável portfólio de projetos deixados para depois e é reconhecido como um dos grandes enroladores da história. Diferentemente dos preguiçosos, os procrastinadores são viciados na sensação de prazo estourando. Deixam tudo para a última hora porque gostam da adrenalina da urgência. Como Rocky Balboa, só funcionam no último round.
Mas nem toda procrastinação acaba em vitória. Se os procrastinadores se defendem dizendo que curtem trabalhar sob pressão, os cientistas estão descobrindo que eles estão longe de se sentir felizes com esse hábito. Pesquisas indicam que 20% dos trabalhadores de escritório dos EUA sofrem patologicamente do problema. É o dobro do número de casos de depressão no mesmo ambiente. O psicólogo Piers Steel descobriu que a maioria dos enroladores convive mais com estresse, sentimento de culpa, baixa autoestima e arrependimento por não terem trabalhado antes. O problema também acontece na sala de aula. Segundo a psicóloga Patricia Sommers, da Universidade do Texas, nos EUA, mais de 70% dos estudantes americanos deixam trabalho para depois - e 20% fazem isso de forma preocupante.
O sentimento de culpa aparece porque, sem conseguir controlar o próprio tempo, os procrastinadores sentem que o dia passa sem que tenham produzido o mínimo necessário. Assim, criam um caos pessoal que acaba em sentimentos depreciativos. Há casos de gente que se endivida por perder prazos de pagamentos, que fica desempregada ou passa por crises de autoestima. Estudos da pesquisadora Fuschia Sirois vão ainda mais longe. Para ela, a procrastinação é um caso de saúde pública. Ela descobriu que aquele costume de deixar a ida ao médico para depois ou postergar a matrícula na academia causa problemas de saúde definitivos. Analisando 254 adultos, ela descobriu que os enroladores sofrem mais de estresse e até de resfriado. Pior: não verificam equipamentos de segurança em sua casa, automóveis e ambientes de trabalho, causando problemas para a família. (Desconheço a autoria).
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